Testemunha


Queria ser minha própria testemunha,
Para me acusar em meio à poesia antiga.
Ou, dinheiro para me comprar tudo o que de pagável há.

Queria ser à solidão.
Para ficar triste e poder chorar sozinha,
Longe dele e de ninguém para me acalentar.

Queria ser feiticeira e te livrar de todo cansaço físico que te indispôs essa semana.

Ou, quem sabe, um prego, para parafusar seu guarda roupa
E te ver beijar teu travesseiro, ás meia noite, como se fosse eu.

Queria não levar todos os meus escritos, ao demais, sentimentalismos...
E como não? Se nem no sopro das palavrinhas, por diante, eu mando mais.

Queria ser uma pedra arredondada.
Dura, concreta,
Distinta e compacta,
Livre de amadurecimento,
Abstrata de sentimento.
Uma felicidade!
Pura felicidade, nata.

Por: Tatiane Salles

2 Comentários:

Tatiane Salles. disse...

Isso é muito importante pra mim, seu incentivo e o das outras pessoas que entram no meu cantinho todos os dias. É bom ver que ás pessoas se sentem bem lendo o que eu escrevo. Muito obrigada, Dani. De verdade mesmo minha linda. Eu escrevo pra vocês e espero sempre emocionar cada vez mais... Fica com DEUS. Tenha um ótimo final de semana!

Estarei sempre passando por aqui, sinta-se a vontade no meu blog! =D

Forte abraço, Tati.

Att.

luciano santos disse...

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